André Ricardo Rogério

Projeto Literário Internacional em Arapongas

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Arapongas agora conta com mais um projeto literário de âmbito internacional que visa promover a divulgação de livros, autores e etnias literárias em todo o Brasil e também no exterior.

O Projeto Ciranda Literária realiza a divulgação em escolas, rádios, jornais, revistas, programas de TV, feiras e eventos literários como o MERCOSUL e a Semana Cultural Brasileira realizada na Argentina.
O coordenador é, portanto, um companheiro de viagem no mundo das letras!
Sob coordenação de Railda Masson Cardozo, de Maringá ([email protected]) e, em Arapongas, o projeto fica sob representação do escritor André Ricardo Rogério.
Em breve, Ciranda Literária juntamente com a Delegacia de Trovas de Arapongas e o Interact Club de Arapongas Maracanã, realizarão o projeto Trova no Muro! Este trabalho consiste na pintura de pequenas quadras poéticas, de autores locais, em muros de vários bairros da cidade, dando vida aos muros abandonados e deixando uma bela mensagem de paz e amor para todas as pessoas.

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Railda Masson Cardozo, é professora, tradutora, intérprete, revisora literária, escritora e poetiza.
Atua como participante do projeto de pesquisa “Centro de Documentação Virtual de Literatura de Autoria Feminina Paranaense e Pesquisas Relacionadas”, na UEM- Universidade Estadual de Maringá.
Membro da Academia de Letras de Maringá, tendo como patrona Clarice Lispector.
Sócia-fundadora da UNIJORE: União dos Jornalistas e Escritores de Maringá.
Participou como diretora de eventos no CTG Rincão Verde Maringá,
na direção social da ACIREMA- Associação dos Clubes Sociais de Maringá,
bem como no SINDIOMAS- Sindicato das Escolas de Inglês de Maringá.

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Queria sentar com o Poeta,
lá no banco da praça.
Ficaríamos cúmplices a falar,
a ler poesias em companhia,
ou simplesmente juntos calar.
Dia e noite.
Noite e dia.
Sem se importar com o clarear,
se os casais vão ou não voltar,
depois de se enamorar.
Mas infelizmente por ironia,
não sou a parceira ideal, do
poeta e nem de alguém.
Sou aquela que ouve “causos”
e morre um pedaço caso
não os entalhe na madeira
do banco.
A mesma que não se ilude,
achando que o sol brilhará
e que alguém se sentará do
meu lado, nesse que poderia
ser barco.
Para dizer onde andou e
porque nem ouviu,
me ignorou mesmo depois
de tantas poesias e que
por mim não voltou.
Aliás, tem dias nublados
como hoje, como ontem,
como amanhã e depois,
que eu não gostaria de
ser nem poeta, nem mulher,
tampouco menina.
Eu gostaria de ser na verdade:
Incólume banco da praça,
com alguém lendo o livro:

Amor Natural de Drummond.
(Railda Masson Cardozo)
Perdido em tempos de outrora,
por um sentimento inciso,
dei orquídeas à penhora
pra conquistar teu sorriso.
Fez-se em verso o meu amor
e virou trova o meu verso,
que tem muito mais sabor
se em sua doçura é imerso.
Se ao dormir sentiu a paz
e uma brisa a te envolver,
foi meu sonho de rapaz
os seus sonhos proteger.
O namoro é um tesouro…
Se ele é falso você dança, se ele é puro, é duradouro
vale a pena uma aliança.

Majestoso sabiá,
no teu canto há realeza.
Canto cá, tu cantas lá
a canção da natureza.
(André Ricardo Rogério)

Os artigos assinados são de responsabilidade dos colunistas.

“Agindo Deus, quem impedirá?” Is 43:13

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