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O Hyundai i30 é fácil de revender?

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Vamos comentar um pouco sobre a história do i30 na Hyundai, mostrando detalhes de cada geração, assim ficará fácil de entender como esse veículo pode ser revendido no mercado de seminovos, por um valor atrativo, já que possui durabilidade, conforto e economia.

 

Primeira geração 2007-2012: Em 2007, no Salão Automóvel de Genebra, na Suíça, a Hyundai revelou o último hatchback i30, que apresentava muito do conceito revelado no ano passado no Salão Automóvel de Paris. Com curvas suaves, enfatizadas por linhas fortes de caráter que enfatizavam a silhueta ampla e a longa distância entre eixos do i30, que viria a atrair compradores do Ford Focus e do Volkswagen Golf.

Quando o modelo chegou ao mercado nacional, teve a mesma prioridade de quando foi apresentado na Europa, batendo o Focus e o Golf, seus principais concorrentes. Lançado em 2009, o modelo contava com 5 níveis de acabamento, todos com o mesmo motor 2.0 16v com 145 cavalos de potência e torque máximo de 19 kgfm. Das 5 versões, apenas uma estava equipada com caixa manual de 5 velocidades, visto que este tipo de caixa de câmbio não era muito procurado no segmento de porta-malas médio ou sedã médio.

Seu nível de acabamento era semelhante ao de carros importados mais caros, tanto que o modelo sul-coreano vendeu muito bem, tirando até o Chevrolet Astra do topo do pódio. Com preços competitivos a partir de R$ 58 mil e até R$ 72 mil nas versões mais completas, inclusive teto solar elétrico.

 

Segunda geração 2012-2017: Na segunda geração, o novo i30 se desenvolveu e mostrou a evolução do design. Graças a linhas mais angulares e musculosas, o modelo ganhou um caráter mais esportivo. Nesta nova encarnação, porém, uma queda, o motor 2.0 16v de 145 cavalos sai de cena e o motor HB20 entra com modificações mecânicas, mas com a mesma potência.

A Hyundai apresenta uma nova e melhorada caixa de câmbio de 6 marchas para substituir a velha caixa de 4 marchas. Na época, esse modelo tinha preços que variavam de R $ 75 mil a R $ 85 mil em suas versões prime. Embora alguns preferissem o i30 com seu motor de 1.6, com 128 cavalos, a conversa mudou na Europa. Eles tinham uma gama completa de motores e carrocerias desde que a Hyundai parou de importar a versão CW do i30 na segunda geração.

Lá você poderia encontrar, por exemplo, o i30 com carroceria de 3 portas e aparência Veloster, com um visual muito mais equilibrado e opções de motor como as versões 110 cavalos e 136 cavalos 1.6 turbo diesel que poderiam ser acopladas a uma nova transmissão automática de dupla embreagem de sete marchas que substituiu a de 6 marchas. Nas versões a gasolina, o modelo estava equipado com motores 1.4 litros de 100 HP, 1.6 120 HP e o inédito motor 1.6 litros de 186 HP com 27,5 kgfm de torque, muito impressionante para um motor turbo de baixa potência sempre com uma caixa manual de 6 velocidades, o que chama atenção no mercado de carros usados em Londrina.

As versões Wagon seguiram a mesma receita do hatch de 2 e 4 portas em termos de motor, transmissão e pacote de equipamentos. Quanto aos equipamentos, o modelo aqui vendido vinha bem embalado, como novas rodas de liga leve 17 ” (acabamento cromado), sistema de entretenimento com câmera traseira e sistema de som com CD player, GPS, entradas USB / AUX e Bluetooth, ar condicionado, airbag duplo ar condicionado, freios ABS, controle de tração e estabilidade e partida sem chave. No topo da linha estão airbags laterais e de cortina (seis no total), bancos de couro, teto solar elétrico e faróis de xenônio. Enquanto europeus e norte-americanos tinham uma grande variedade de cores e motores, no Brasil tínhamos duas opções de cores, o preto e prata.

 

Terceira geração de 2017 até atualmente: Se na primeira geração o i30 era visto como uma versão mais barata do BMW Série 1 – sim, havia gente em todo o mundo e várias publicações, inclusive aqui que se assemelhavam ao i30 com o Série 1. Sua traseira tem sido o foco de comentários, variando de um plágio de BMW a uma forte inspiração de um modelo alemão. Pois bem, na segunda geração, o modelo se redescobriu e optou por uma estrutura mais angulosa e musculosa, que lembra os SUVs da Hyundai.

Para finalmente dizer de onde veio, o i30 aproveitou a germanização, ou seja, adotou todos os costumes e estilos mais fortes dos modelos mais tradicionais em sua terceira encarnação.

Apresentado no Salão do Automóvel de Paris, o novo i30 impressionou por apresentar linhas mais limpas e design menos angular, como era o costume das gerações anteriores. A linha geral do novo i30 lembrava vagamente o novo Peugeot 308 e o Volkswagen Golf.

Sua cintura era uma reminiscência do BMW Série 1 e do Alfa Romeo Giulietta. Mas, além do design, a Hyundai introduziu novos motores como o 1.4 turbo de 100 cavalos de potência naturalmente aspirado, o 1.0 turbo de 120 cavalos de três cilindros e o 1.4 turbo de 140 cavalos de quatro cilindros. As mudanças também foram notadas, o motor 1.4 recebeu uma caixa manual de 6 velocidades, e para o turbo 1.0, uma automática de dupla embreagem de 7 velocidades.

Projetado no centro de design europeu da Hyundai, o novo i30 usou uma grande parte da plataforma de geração por razões de custo, mas adiciona suspensão dianteira McPherson e suspensão traseira Multilink, novos amortecedores calibrados mais esportivos que deram ao i30 uma direção mais dinâmica, ágil e responsiva segundo o diretor do Centro Técnico da Hyundai Europa, Axel Honish.

Paulo Krazinsk

 

 

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