Apucarana

Município de Apucarana alerta feirantes sobre obrigatoriedade do selo de inspeção

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O Serviço de Inspeção Municipal (SIM) fez um alerta nesta semana aos feirantes da Feira do Produtor sobre a obrigatoriedade do selo na comercialização de produtos de origem animal. O órgão, ligado à Secretaria de Agricultura, vem recebendo denúncias sobre a venda de produtos clandestinos e vai intensificar a fiscalização.

De acordo com a médica veterinária Thaisa Soethe, foi realizada uma reunião com os coordenadores da Feira do Produtor. “É uma ação orientativa e preventiva. Em respeito aos feirantes, fizemos essa reunião prévia para evitar constrangimentos futuros, como por exemplo a apreensão de produtos na presença do público consumidor”, alerta Thaisa.

O SIM Apucarana foi criado em 2016 com a finalidade de regularizar o registro de produtos de origem animal fabricados no Município. “Desde então se intensificaram as fiscalizações, tanto sobre o SIM, quanto dos selos SIP, SIF, SUSAF, selo arte ou SISBI. Infelizmente, neste período houve situações de apreensão de produtos que geraram constrangimentos”, afirma Thaisa, reiterando que a equipe de fiscais está atuante e vai coibir a venda de produtos clandestinos.

Entre os produtos de origem animal estão leite, queijos e derivados, mel, peixes, lingüiça, carne moída, carnes temperadas, embutidos e charques. “No caso do mel, Apucarana criou a Casa do Mel. É só levar o tambor fechado, que o produto sai de lá beneficiado, inspecionado e rotulado. Não tem desculpas”, frisa a médica veterinária.

Conforme Gerson Canuto, secretário municipal de Agricultura, a Feira do Produtor funciona nas quartas, sábados e domingos no Espaço das Feiras. “No final de semana, a lotação é máxima ocupando as 76 bancas existentes no local. Destas, cerca de dez comercializam produtos de origem animal”, informa Canuto.

O secretário de Agricultura  lembra ainda que em 2019 o prefeito Junior da Femac promoveu alterações na legislação para desburocratizar o Serviço de Inspeção Municipal. “Algumas taxas foram isentas e outras revistas. As exigências documentais também diminuíram consideravelmente, o que acelerou a liberação da certificação”, completa Canuto.

O secretário municipal de Saúde, Emídio Bachiega, reforça que o SIM contribui com a saúde pública. Quando não inspecionados – continua Bachiega – esses alimentos são potentes transmissores de doenças incluindo algumas zoonoses, dentre elas a toxoplasmose, teníase, cisticircose, brucelose, tuberculose e listeriose. “Os consumidores devem ajudar na fiscalização e, caso encontrem produtos de origem animal sem inspeção, denunciar aos órgãos competentes”, orienta Bachiega.

Pref. de Apucarana

“Agindo Deus, quem impedirá?” Is 43:13

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