Arapongas

IBGE fará operação “pente fino” para finalizar censo em Arapongas

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Uma operação “pente fino”, focada nos domicílios onde houve recusas e ausências, vai permitir a finalização do número de habitantes no município de Arapongas. A informação foi dada nesta quarta-feira (04) pelo coordenador do IBGE em Arapongas, Antônio Schneider. Ele se reuniu com os 10 recenseadores que permanecem na ativa para esta fase final dos trabalhos. “A operação vai ser realizada ao longo de todo o mês de janeiro e, se necessário, vai se estender também ao longo de fevereiro. Não vamos parar até que toda a cobertura esteja concluída e dentro da metodologia de trabalho definida pelo IBGE”, assinala Schneider, acrescentando que nos próximos dias também será disponibilizada uma linha telefônica exclusiva para esse serviço no município.

Ele ressalta ser muito importante que as pessoas que se recusaram a receber os recenseadores ou não estavam em seus domicílios no período de visita colaborem nesta etapa, ajudando na finalização do recenseamento. Schneider acrescenta que há ainda uma terceira categoria a ser investigada, que é a dos imóveis considerados vagos. Segundo o coordenador do IBGE, a operação vai se restringir basicamente à área urbana, uma vez que o censo na zona rural foi realizado sem maiores problemas, pois trata-se de uma população reduzida – a maior densidade continua sendo o assentamento Dorcelina Folador.

Assim como em vários municípios, a prévia apontada pelo IBGE para Arapongas, de 118.573 habitantes, chamou a atenção. A estimativa do próprio instituto era de mais de 126 mil habitantes. Schneider afirma que em todo o Brasil isso ocorreu porque o crescimento populacional teve um ritmo acelerado entre 2000 e 2010 e que o mesmo percentual de crescimento foi adotado na projeção entre 2010 e 2022. “Porém, o que os números demonstram agora é que houve desaceleração nesse ritmo de crescimento”, acrescenta o coordenador. No caso de Arapongas, ele afirma que já se comprovou também um decréscimo na média de habitantes por domicílio, que era de 3.23 em 2010 e agora caiu para 2.75.

Schneider frisa que por enquanto os números do Censo 2022 ainda são uma prévia. Ele acredita que poderá haver algumas variações, mas que não se atingirá o que havia sido projetado. Schneider indicou ainda reportagem veiculada também nesta quarta-feira por vários veículos informando que o Brasil tem 208 milhões de habitantes, o menor aumento da história. Ainda segundo o noticiário, em média, a população cresceu apenas 0,7% ao ano desde o último recenseamento, em 2010. É o menor aumento populacional já registrado pelo país desde o início da série histórica, em 1872.

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