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Cresce procura por fogos ‘silenciosos’

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Tradicionais nas festas de fim de ano, os fogos de artifício são a principal atração do réveillon, apesar das polêmicas envolvendo principalmente defensores dos direitos dos animais. A comerciante Roseli Rodrigues Gomes, é sócia-proprietária de uma loja especializada em Apucarana e conta que as vendas disparam nos dias que antecedem o réveillon. Ela afirma, entretanto, que apesar dos artefatos exclusivamente sonoros continuarem com boa saída, a procura pelos fogos coloridos e mais ‘silenciosos’ vem crescendo.

“As vendas aumentam ainda mais nos últimos dias que antecedem a virada do ano”, conta. A comerciante diz que a caixa mais simples de fogos parte de R$ 29 e pode chegar até R$ 1900. “Depende do que o cliente irá comprar e geralmente o pessoal compra em turma. Os produtos mais caros são os que duram mais tempo e podem chegar até 4 minutos e trinta segundos”, explica. Apesar de vender há mais de 10 anos os artefatos, Roseli procura amenizar a relação dos fogos de artificio com os pets, que têm uma audição quatro vezes maior do que a dos seres humanos e que podem sofrer com o barulho.

“É complicado porque é nosso trabalho. Porém, a gente orienta o pessoal que tem pet a utilizar florais, remédios fitoterápicos, ou até mesmo ir fazendo com que o bichinho se acostume com sons mais altos para não sofrer no dia da queima de fogos. Teremos até algumas amostras de florais na loja para oferecer para os nossos clientes”, explica.

Para Carlos Coelho, representante de vendas de uma empresa de fogos de artifício, as vendas neste final de ano continuam boas, assim como no ano passado. No entanto, ele percebeu que os clientes de todo o Paraná estão à procura de foguetes com efeito visual e menos barulhento. “Acredito que essa compra maior por artefatos menos barulhentos seja para não prejudicar os animais “, explica. Em Apucarana, um projeto de lei está tramitando na Câmara para proibir o uso e venda de fogos de artifício no município.

SEGURANÇA
Barulhentos ou mais coloridos, o uso dos fogos de forma incorreta pode provocar acidentes. De acordo com o capitão Jeferson José Rossato, do Corpo de Bombeiros de Apucarana, acidentes com fogos de artifícios são comuns nesta época do ano. “Não tem um ano que não recebemos chamadas de pessoas queimadas e até mesmo mutiladas por não saberem manusear corretamente o artefato”, conta.Para evitar acidentes, Rossato observa que a melhor maneira é respeitar as orientações contidas na embalagem do produto.

“O consumidor pode ficar atento à distância de segurança ao soltar os fogos e pode aprender também a usar a base fixa, que não deixa as mãos em contato direto com os fogos de artificio, evitando queimaduras e mutilações”, explica.

Além disso, o capitão diz que ter cuidados básicos, como não manusear os fogos após ingerir bebidas alcoólicas e próximo a crianças, pode evitar acidentes graves. Caso a pessoa já estiver ferida, Rossato sugere que ela procure os serviços dos bombeiros através do telefone 193. “Se a queimadura for leve, a pessoa pode colocar a ferida em água corrente para que resfrie o local. Em caso de amputações, ela pode envolver o local em um pano limpo e em seguida, procurar ajuda”, acrescenta.

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