A Viapar (Rodovias Integradas Paraná) oficiou nesta semana o prefeito de Arapongas, Rafael Cita, solicitando em 30 dias um relatório completo das interferências de infraestrutura e projetos do município ao longo do traçado impactado pelas obras do Contorno Viário. Segundo a concessionária, o documento é necessário para o início das obras dentro do prazo pactuado com o Ministério Público Federal, previsto para o primeiro semestre do ano que vem.
O que a concessionária pede
No ofício, a Viapar requer que a Prefeitura informe toda a infraestrutura municipal existente que cruze ou acompanhe o traçado do contorno, como redes de drenagem pluvial (galerias, bocas de lobo, canais, bueiros e dissipadores), rede de iluminação pública, vias urbanas e estradas rurais municipais, além de pontes, passarelas e demais equipamentos públicos.
A empresa também solicita dados sobre obras e projetos em elaboração, licitados, contratados ou previstos que possam alcançar a área do contorno, incluindo pavimentação, drenagem, abertura ou prolongamento de vias e implantação de equipamentos públicos. O pedido abrange ainda loteamentos, condomínios e empreendimentos aprovados ou em análise junto ao Município na área de influência do traçado.
Prazos e próximos passos
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De acordo com a Viapar, o prazo de 30 dias é necessário para compatibilizar eventuais adequações com o cronograma da obra. O prefeito Rafael Cita repassou a solicitação ao secretário de Obras, Israel Biazon, que está tomando as providências para reunir e encaminhar as informações dentro do período estabelecido.
Ao comentar o ofício, Cita afirmou:
“Essa obra vem se arrastando há anos e muita gente nem acredita mais que ela possa sair do papel. Mas nós acreditamos na Justiça e estamos acompanhando tudo passo a passo. É minha função, como gestor público, informar a população, com transparência, como estão os desdobramentos. É o que estamos fazendo com esse ofício da Viapar. Ele pode ser um sinal de que a empresa agora está preocupada em cumprir o acordo com o Ministério Público e tirar finalmente a obra do papel”, avalia Rafael Cita.
Fonte: Redação
