A região de Ivaiporã ganhou um reforço importante na assistência materno-infantil. Desde o final de setembro, a maternidade de baixo risco do Hospital Regional de Ivaiporã está em funcionamento, ampliando o acesso das gestantes a um atendimento especializado, humanizado e sem cobrança de honorários médicos aos municípios.
A implantação do serviço foi articulada durante a gestão de Beto Preto à frente da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), em parceria com o então diretor-geral da pasta, César Neves — atual secretário estadual da Saúde —, e com o governador Ratinho Junior. A estrutura integra a rede de hospitais estaduais, com apoio da Fundação Estatal de Atenção em Saúde do Paraná (Funeas).
“Fico muito satisfeito em ver que o nosso projeto deu certo e que hoje estamos colhendo os frutos de um trabalho construído com planejamento e parceria. Essa maternidade está resolvendo uma demanda importante da região, oferecendo atendimento às gestantes sem cobrança de honorários aos municípios. É um serviço que vai acolher muitas famílias”, afirmou Beto Preto.
O deputado ressaltou que a abertura da maternidade não compromete os demais serviços do Hospital Regional de Ivaiporã. A unidade mantém o funcionamento da UTI e a realização de cirurgias eletivas, consolidando-se como referência para a assistência hospitalar na região.
Rede materno-infantil em expansão
Segundo Beto Preto, a nova maternidade integra um movimento mais amplo de fortalecimento da assistência materno-infantil no Vale do Ivaí e no Centro-Norte do Paraná. Entre as iniciativas recentes estão a inauguração da nova maternidade do Hospital da Providência, em Apucarana, e a construção da nova maternidade do Hospital Santa Casa de Arapongas.
“Estamos consolidando uma rede de bons serviços na área materno-infantil, que vai atender com carinho, respeito e qualidade as gestantes da nossa região. São investimentos que deixam um legado para o futuro”, destacou.
Com a estrutura em operação e integrada à rede estadual, a expectativa é de que mais gestantes tenham acesso a um cuidado contínuo e qualificado, aliviando a pressão sobre municípios e fortalecendo o atendimento hospitalar em toda a região.
Fonte: Redação
