Campanha promove conscientização pelo fim da violência contra mulheres em Arapongas

No fim da tarde de quinta-feira, 27, a Avenida Arapongas foi palco de uma ação de conscientização da campanha “16 dias de ativismo pelo fim da violência contra meninas e mulheres”. A mobilização levou panfletos e informação à população para reforçar a prevenção e o enfrentamento às diferentes formas de violência de gênero.

A atividade foi realizada em parceria da Prefeitura de Arapongas — por meio da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para a Mulher e Pessoa com Deficiência (SEMUPE) e da Secretaria de Segurança Pública e Trânsito (SESTRAN) — com a Delegacia da Mulher e a Procuradoria da Mulher da Câmara Municipal.

Programação em Arapongas

Desde o dia 25 e até 09 de dezembro, uma série de ações ocorre em diferentes espaços do município, incluindo rodas de conversa, palestras e outras atividades de engajamento. O objetivo é ampliar o acesso à informação, estimular o diálogo e fortalecer redes de apoio para que mais pessoas reconheçam, previnam e denunciem situações de violência contra meninas e mulheres.

O que é a campanha

Os “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres”, segundo o site da ONU Mulheres Brasil, é uma campanha anual e internacional que começa em 25 de novembro — Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres — e segue até 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos. A iniciativa foi criada por ativistas no Instituto de Liderança Global das Mulheres, em 1991, e é coordenada anualmente pelo Centro para Liderança Global das Mulheres, envolvendo indivíduos e organizações no mundo todo.

Foco no ambiente digital

Conforme divulgado, em 2025 a campanha volta esforços ao enfrentamento da violência digital contra mulheres e meninas — uma das formas de abuso que mais cresce no mundo. Essa modalidade tem efeitos concretos: o que começa on-line impacta a vida real, silencia vozes, causa danos profundos e, em casos extremos, pode levar até à violência física e ao feminicídio.

Diante desse cenário, a conscientização ganha ainda mais peso. É por meio da informação, do diálogo e da mobilização social que se consegue identificar, prevenir e combater todas as formas de violência de gênero, inclusive aquelas que se manifestam nos ambientes virtuais.

Fonte: Redação

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