O Paraná precisa de gestor, diálogo e construção coletiva, afirmou o deputado Alexandre Curi (Republicanos), presidente da Assembleia Legislativa, em entrevista ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan News, de Curitiba, nesta segunda-feira (06). Ao tratar do cenário sucessório de 2026, ele defendeu que o Estado siga sendo conduzido com equilíbrio e capacidade de gestão, e não por projetos personalistas.
Segundo Curi, iniciativas individuais não podem se sobrepor aos interesses do Paraná. Ele reforçou que a escolha para a próxima disputa ao Governo do Estado deve priorizar quem garanta estabilidade política e resultados concretos.
O parlamentar comentou a troca de partido — deixou o PSD e ingressou no Republicanos — e afirmou que segue empenhado na construção de uma candidatura ao governo em conjunto com outras forças políticas, incluindo o governador Carlos Massa Ratinho Junior (PSD).
Ao destacar sua trajetória, Curi citou a experiência acumulada ao longo de seis eleições e a preparação para disputar o cargo. “Eu fui testado em seis eleições. Eu me preparei ao longo dos últimos anos para estar nesse momento aqui como pré-candidato a governador”, afirmou.
Ele defendeu que política e administração pública exigem liderança responsável, espírito de equipe e capacidade de articulação. “Na vida pública ninguém faz nada sozinho. Não tem um governador que tenha feito uma boa gestão sozinho. É através de bons secretários, de uma boa base de apoio, de escolhas certas e de decisões responsáveis”, disse. “Não existe salvador da pátria. Super-herói a gente vê no cinema. Existe gestor, alguém que tenha capacidade de administrar.”
Construção coletiva
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Curi ressaltou que os avanços recentes do Paraná decorrem de uma construção coletiva, baseada na harmonia entre os Poderes, em decisões técnicas e no diálogo com a sociedade e com os setores produtivos. Para ele, esse ambiente de cooperação foi um dos diferenciais do governo Ratinho Junior e precisa ser preservado no próximo ciclo político.
Ao defender esse modelo, o deputado afirmou que o próximo governador deverá ter capacidade de unir, pacificar e manter o bom ambiente político que permitiu ao Estado avançar em áreas estratégicas. “Eu defendo que o próximo governador tenha essa mesma capacidade que o Ratinho teve: de unir, de aglutinar, de pacificar”, declarou.
Responsabilidade
Para Curi, a sucessão estadual deve ser construída com responsabilidade, sem precipitações e com foco no interesse maior do Paraná. Na avaliação dele, mais importante do que projetos individuais é a definição de uma candidatura capaz de manter a paz política, dar continuidade ao desenvolvimento e assegurar uma gestão eficiente.
Durante a entrevista, o presidente da Assembleia reafirmou que sua pré-candidatura se apoia na experiência acumulada, no conhecimento dos 399 municípios, no apoio de prefeitos e lideranças políticas de todo o Estado e na defesa de um modelo administrativo orientado a resultados. Segundo ele, o debate eleitoral de 2026 deve ser centrado em políticas públicas, planejamento e capacidade de gestão.
Fonte: Redação
