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No Dia Mundial da Luta Contra a Aids, CTA destaca serviços especializados

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Hoje, 1º de dezembro, é celebrado o Dia Mundial da Luta contra a Aids, data que vem reforçar a busca por informações, diálogo, ações preventivas e tratamentos específicos. Em alusão à data, o Centro de Testagem e Aconselhamento de Arapongas – CTA, por meio da Vigilância Epidemiológica, enfatiza os vários serviços desenvolvidos. O departamento realiza atendimentos especializados e suporte à população de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Com a realização de testagens rápidas (HIV, sífilis, hepatite B e C) e acompanhamento dos pacientes, com médico infectologista. Conforme o setor, em média são realizados 120 testes rápidos ao mês – ou por procura direta do paciente, ou por indicação médica. De janeiro até agora, cerca de 1.320 testagens foram realizadas. O CTA participa também com apoio em campanhas, entre elas o Outubro Rosa e Novembro Azul. Neste ano, 175 testes para a detecção de cada uma das doenças (HIV, sífilis, hepatite B e C) foram realizados ao longo das campanhas. Coordenadora do setor, Fernanda Golas, ressalta a importância nos atendimentos e acolhimento da população. “Mesmo em um ano em que os olhos estão atentos à Covid-19, o CTA de Arapongas também desenvolveu papéis fundamentais no combate, prevenção ou tratamentos de demais doenças infecciosas. Além disso, realizamos todo o acolhimento e monitoramento dos pacientes diagnosticados, entre eles com o HIV. É importante a busca por informação, diálogo e apoio”, explicou. Atualmente, Arapongas tem 582 pessoas portadoras de HIV. Em 2020 (de janeiro a novembro) foram 20 novos casos diagnosticados. 

Pelo 11º ano, Arapongas não registra transmissão vertical do HIV

Conforme a Secretaria de Saúde, há 11 anos o município de Arapongas não registra casos de transmissão vertical do HIV, ou seja, quando é passado de mãe para filho. De acordo com os dados do CTA, em 2020 oito pacientes que passam por acompanhamento engravidaram e, com todo o tratamento e monitoramento fornecidos pelo município, não transmitiram o vírus para os bebês. Para o secretário de Saúde, Moacir Paludetto Jr, dado importante que é resultado da forte atuação do setor. “Estamos mantendo esse índice de zero incidência de transmissão vertical do HIV – em crianças de 0 a 5 anos, o que nos deixa muito satisfeitos. Isso é resultado de um trabalho sério e comprometimento das pacientes. São estratégias de toda uma rede em saúde que está atenta”, afirma. 
Segundo o CTA, além de Arapongas, Curitiba também mantem esse dado.  Conforme o Ministério da Saúde, mães que vivem com HIV têm 99% de chance de terem filhos sem o HIV se seguirem o tratamento recomendado durante o pré-natal, parto e pós-parto. Existe um protocolo atualizado para prevenção de transmissão vertical do HIV e demais doenças virais. Existe um protocolo atualizado para prevenção de transmissão vertical do HIV e demais doenças virais. https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/protocolo-para-prevencao-da-transmissao-vertical-do-hiv-sifilis-e-hepatites-virais-e-atualizado-apos-recomendacao-da-conitec

Dados no Brasil

Atualmente, cerca de 920 mil pessoas vivem com HIV no Brasil. Dessas, 89% foram diagnosticadas, 77% fazem tratamento com antirretroviral e 94% das pessoas em tratamento não transmite o HIV por via sexual por terem atingido carga viral indetectável. Em 2020, até outubro, cerca de 642 mil pessoas estavam em tratamento antirretroviral. Em 2018, eram 593.594 pessoas em tratamento.

No Brasil, em 2019, foram diagnosticados 41.919 novos casos de HIV e 37.308 casos de Aids. O Ministério da Saúde estima que cerca de 10 mil casos de Aids foram evitados no país, no período de 2015 a 2019. A maior concentração de casos de Aids está entre os jovens, de 25 a 39 anos, de ambos os sexos, com 492,8 mil registros. Os casos nessa faixa etária correspondem a 52,4% dos casos do sexo masculino e, entre as mulheres, a 48,4% do total de casos registrados.

O enfrentamento à doença não parou durante a pandemia da Covid-19. O Ministério da Saúde expandiu a estratégia de dispensação ampliada de antirretrovirais (ARV) de 30 para 60 ou até 90 dias. Hoje, 77% dos pacientes em tratamento tem dispensação para 60 e 90 dias, em 2019 eram 48%. Além disso, o uso de auto testes foi ampliado com o objetivo de reduzir o impacto na identificação de casos de HIV por conta da pandemia. A pasta também garantiu a oferta de teste anti-HIV para pacientes internados com síndrome respiratória. Neste ano, até outubro, o Ministério da Saúde distribuiu 7,3 milhões de testes rápidos de HIV, 332 milhões de preservativos masculinos e 219 milhões femininos.

Saiba mais informações sobre prevenção, tratamentos, entre outros acessando:  https://www.gov.br/saude/pt-br


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