HONPAR amplia cirurgias cardíacas minimamente invasivas em Arapongas

Com incisões menores no tórax e recuperação acelerada, o Hospital Norte Paranaense (HONPAR), em Arapongas, avança na adoção da cirurgia cardíaca minimamente invasiva (MICS, na sigla em inglês). A técnica, já aplicada na unidade, amplia o conforto no pós-operatório e representa um passo importante na cardiologia. A equipe responsável pelos procedimentos é formada pelos cirurgiões Arnaldo Okino, Jaqueline Luvizotto e Kalil Khalil.

Como funciona a técnica

De acordo com o cirurgião cardíaco Dr. Arnaldo Okino, a MICS é realizada por meio de pequenas incisões no tórax, evitando métodos tradicionais mais agressivos. “A cirurgia minimamente invasiva permite que a gente realize procedimentos complexos com incisões menores, à direita ou à esquerda do tórax, dependendo do caso. Com isso, evitamos a esternotomia, que é a abertura do esterno, tornando o processo menos traumático para o paciente”, explica.

Quais cirurgias já são feitas

No HONPAR, a abordagem minimamente invasiva vem sendo utilizada em diferentes frentes: revascularização do miocárdio — a conhecida “ponte de safena” —, correção de patologias congênitas como a comunicação interatrial, além da troca ou plástica da válvula mitral e da substituição da válvula aórtica.

Recuperação mais rápida

Segundo o médico, o pós-operatório apresenta ganhos significativos. “Na maioria dos casos, o paciente é extubado ainda na sala de cirurgia ou nas primeiras horas na UTI. Isso reduz o tempo de permanência em terapia intensiva e acelera a recuperação”, destaca o Dr. Arnaldo Okino.

Um caso recente ilustra os resultados: após revascularização do miocárdio, o paciente foi extubado ao chegar na UTI e, no mesmo dia, já estava sentado. No dia seguinte, iniciou a caminhada, evoluiu clinicamente de forma favorável e foi transferido para o quarto no segundo dia pós-operatório.

Principais benefícios ao paciente

Entre as vantagens da MICS estão a menor dor no pós-operatório, a recuperação mais rápida, o melhor resultado estético — graças às incisões reduzidas — e o retorno mais precoce às atividades profissionais.

“A proposta é oferecer ao paciente um tratamento eficaz, com menos impacto no corpo e uma recuperação mais rápida, sem abrir mão da segurança e da qualidade do procedimento”, finaliza o especialista.

Compromisso com a inovação

Com a adoção da cirurgia minimamente invasiva, o HONPAR reforça seu compromisso com a inovação e a excelência no atendimento, ampliando o acesso da população a procedimentos cardíacos modernos e alinhados às melhores práticas da medicina.

Fonte: Redação

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