Editorial

Editorial Edição 233 – Greve do INSS

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Conforme noticiado em vários jornais, os servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), sem nova proposta do governo federal, decidiram permanecer em greve – iniciada em 7 de julho –, por tempo indeterminado.Os servidores de carreira pedem reajuste salarial de 27%, realização de concurso público, fim do assédio moral, incorporação das gratificações, entre outros.
O governo, por sua vez, oferece 21,3%, parcelado em quatro anos.
O governo que tem prometido, dia após dia, sistematicamente, não tem cumprido com essa necessidade de apresentar propostas para acabar com a greve. Devido a isso, ninguém consegue dar entrada no pedido de aposentadoria. Em muitas capitais, isso só vai ser possível no ano que vem.
Várias unidades do INSS pelo Brasil afora estavam fechadas, e o mínimo de 30% de servidores para atender a população também não estava sendo respeitado. Greve é um direito constitucional e não se discute, mas onde está a segurança jurídica para os direitos da população que paga uma enormidade de impostos? E o projeto de lei que regulamenta o direito de greve do servidor público, que está engavetado há mais de 24 anos no Senado? E mais, greve remunerada nunca tem fim, e essa conversa de compensar os dias parados após um eventual acordo com o governo, é conversa para “boi dormir”.

“Agindo Deus, quem impedirá?” Is 43:13

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