Franciele Samara Galvão, 40 anos, natural de Apucarana (PR), morreu nesta segunda-feira (19) no Hospital Norte Paranaense (Honpar), em Arapongas, após quase um mês internada em estado grave. Ela havia sido estrangulada no dia 27 de dezembro de 2025 e encontrada desacordada em via pública, nas proximidades da Igreja Santo Antônio. O caso, inicialmente registrado como tentativa de feminicídio, passou a ser investigado como feminicídio consumado.
Segundo as informações divulgadas, a vítima vivia em situação de rua, assim como o homem acusado de agredi-la. Populares ajudaram a identificar o suspeito, que foi localizado e preso no mesmo dia por equipes da Guarda Municipal de Arapongas e da Polícia Militar. Ele confessou a agressão durante a abordagem e foi encaminhado à delegacia; possui histórico criminal e teria saído recentemente de uma cadeia no estado de São Paulo.
Com a morte de Franciele, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Apucarana para os procedimentos legais. A Polícia Civil segue com as investigações. Ainda não há informações sobre velório e sepultamento.
O caso
No dia 27 de dezembro, Franciele deu entrada no Hospital Honpar II, em Arapongas, em estado gravíssimo, com sinais claros de estrangulamento. De acordo com a equipe médica, ela sofreu uma parada cardiorrespiratória decorrente da agressão e foi reanimada pelos socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Devido à gravidade, precisou ser sedada e entubada, permanecendo em estado crítico na UTI.
Informações preliminares repassadas pela Guarda Municipal indicavam que o crime ocorreu em via pública. À época, o principal suspeito foi descrito como um homem alto, de pele morena, possivelmente em situação de rua, vestindo short florido e camiseta com estampa do cantor Bob Marley. Equipes da Polícia Militar e da Guarda Municipal realizaram buscas e, inicialmente, ele não havia sido localizado até o fechamento daquela reportagem.
Fonte: TN Online
