O prefeito Rafael Cita afirmou nesta quinta-feira (21) que recebeu “com tranquilidade” o pedido do Ministério Público (MP) para a extinção da Companhia de Desenvolvimento de Arapongas (Codar). Segundo ele, a medida já vinha sendo estudada desde quando ocupou o cargo de procurador jurídico do município e agora ganhou base conjunta com o Ministério Público e o Ministério Público de Contas.
“Na verdade, esse tem sido um projeto nosso desde que ocupei o cargo de procurador jurídico do Município. Só não tínhamos ainda todos os fundamentos para isso, coisa que agora construímos de forma conjunta com o Ministério Público e o Ministério Público de Contas”, disse o prefeito.
De acordo com Cita, o pedido do MP veio após reunião realizada na terça-feira (19), na Primeira Promotoria de Justiça de Arapongas. “Foi uma reunião muito boa e a solicitação do MP não é uma obrigação, mas sim fruto de um consenso”, acrescentou.
O prefeito destacou que a extinção da Codar ocorrerá por incorporação, com patrimônio e servidores sendo absorvidos pela Prefeitura. “Não é uma novidade. O MP recomenda porque já era algo estudado pela Prefeitura. A Codar passou a ser deficitária há muito tempo e deixamos claro que temos interesse em fazer a extinção, porém em forma de incorporação. Isso está previsto na lei de sociedades de economia mista e na lei das S/A”, afirmou.
A Codar tem cerca de 80 funcionários e um patrimônio avaliado em R$ 40 milhões. Prazos e etapas do processo não foram detalhados até o momento.
Nova secretaria
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Com a incorporação da Codar, Rafael Cita anunciou a criação da Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Manutenção Urbana, que vai absorver os servidores e o patrimônio da companhia. Todo o processo contará com a participação de Sílvio Pinetti, novo presidente da Codar, que deverá assumir a titularidade da nova pasta.
Fonte: Redação
